sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
A cara da ryqueza!
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| Porta-escova-e-creme-dental de couro |
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| Higienizador de escovas USB-powered UV Sanitizer |
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| Escova de dentes banhada a ouro Tepe |
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Esse Blog abraçou a “Casa que o amor construiu...”
A Casa Ronald McDonald-RJ acaba de ampliar seus horizontes no mundo virtual. A instituição, que hospeda crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer no Rio, começou uma nova campanha na internet. Após ter lançado uma Fan Page no Facebook, e revitalizado o Twitter, a CRM lançou uma ação junto aos principais blogueiros do país. O mote da campanha online será uma extensão do slogan tradicional: “A Casa que o amor construiu... a Internet abraçou!”. A expectativa é conquistar, cerca 1 milhão e meio de visualizações em blogs e sites desses novos parceiros.
A
agência CMI, especializada em marketing digital, ficará responsável pela
campanha, voluntariamente, e começou o trabalho fazendo uma listagem dos
maiores blogs do Estado do Rio, e mais influentes do Brasil. E o Odontologia By Dra Anabelle foi um dos
selecionados.
Sendo
assim, aproveitamos a oportunidade para passar para nossos leitores, que a
partir de hoje, abraçaremos a CRM-RJ. Nosso espaço ganhará o selo de “Blogueiro
Responsável” da Casa Ronald McDonald RJ, e convidamos a todos para também
abraçarem a Casa.
Apoie
a Casa seguindo e adicionando as redes da CRM:
Responsabilidade
Social – Esse Blog abraçou a CRM-RJ -
Blogueiro Responsável
(Ps. texto enviado pela Casa Ronald McDonald para ser postado aqui)
Odontofobia
Ontem, atendendo uma paciente, fiquei perplexa ao saber que ela mal dormiu a semana inteira porque ia fazer uma pequena restauração. Por que tanto medo de dentista?
ODONTOFOBIA : “Medo de dentista”
Todo dentista teve oportunidade de atender (ou deixar de atender...) um paciente que sofre de “medo de dentista”.
Um certo receio é até cultural na nossa população. A maior parte das pessoas o tem. No entanto de 4 a 8% da população tem autêntico pavor do atendimento odontológico, com conseqüências desastrosas para a saúde bucal. Problemas de canal, de gengivas e outros comprometem a saúde dessas pessoas como um todo. O medo reforça a sensação subjetiva de dor, que “confirma” a sensação de medo. Pessoas chegam a desmaiar na cadeira do dentista.
Nesta série de artigos procuraremos definir o conceito de fobia, e como se insere nos transtornos de ansiedade e, dentro das fobias, a odontofobia.
FOBIAS
Fobias são uma forma especial de medo que apresentam as seguintes características :
· São reações desproporcionais ao perigo
· Não tem explicação razoável, lógica
· Não há controle voluntário
· Tendência a evitar a situação temida
· Na maioria dos casos ocorre prejuízo acentuado do funcionamento global da pessoa
A fobia, então, é um medo irracional percebido pelo próprio individuo como exagerado e desproporcional, mas que, quando diante da situação temida, não consegue deixar de sentir. “É mais forte do que eu”, dizem as pessoas com algum tipo de fobia.
Diante de uma situação temida, o fóbico apresenta todos os sintomas físicos e psicológicos do medo real, só que é desencadeado por objetos ou situações inofensivas do ponto de vista de realidade exterior..
Os tipos de fobias são : agorafobia, fobia social e FOBIAS ESPECÍFICAS.
As fobias específicas são medos intensos relativos a situações específicas como animais, insetos, fenômenos da natureza, dentista, sangue, doenças e outros. A pessoa que tem fobia de dentista pode ter uma reação semelhante a um ataque de pânico , de intensidade totalmente desproporcional ao perigo, se colocada diante da possibilidade de um tratamento odontológico.
Não se sabe ao certo as origens ou “causas” das fobias. Haveria uma “predisposição filogenética”, na medida em que alguns comportamentos de evitação e fuga foram importantes na sobrevivência da espécie (animais, lugares altos ou fechados, predadores, escuridão, água etc). Outros trabalhos apontam para o fator associação. Os comportamentos que foram úteis em outras épocas a nível de sobrevivência seriam, em pessoas predispostas, ativadas por experiências associativas atuais. Existem trabalhos mostrando ,ainda, a aquisição destas fobias pela observação de alguém na situação temida, sentindo medo. Aqui situa-se a odontofobia.
As fobias habitualmente aparecem na infância ou no inicio da vida adulta, estendendo-se pela vida da pessoa, se não for feita nenhuma intervenção terapêutica, já que quem tem este tipo de problema evita a situação temida para fugir do desconforto da ansiedade.
Um certo receio é até cultural na nossa população. A maior parte das pessoas o tem. No entanto de 4 a 8% da população tem autêntico pavor do atendimento odontológico, com conseqüências desastrosas para a saúde bucal. Problemas de canal, de gengivas e outros comprometem a saúde dessas pessoas como um todo. O medo reforça a sensação subjetiva de dor, que “confirma” a sensação de medo. Pessoas chegam a desmaiar na cadeira do dentista.
Nesta série de artigos procuraremos definir o conceito de fobia, e como se insere nos transtornos de ansiedade e, dentro das fobias, a odontofobia.
FOBIAS
Fobias são uma forma especial de medo que apresentam as seguintes características :
· São reações desproporcionais ao perigo
· Não tem explicação razoável, lógica
· Não há controle voluntário
· Tendência a evitar a situação temida
· Na maioria dos casos ocorre prejuízo acentuado do funcionamento global da pessoa
A fobia, então, é um medo irracional percebido pelo próprio individuo como exagerado e desproporcional, mas que, quando diante da situação temida, não consegue deixar de sentir. “É mais forte do que eu”, dizem as pessoas com algum tipo de fobia.
Diante de uma situação temida, o fóbico apresenta todos os sintomas físicos e psicológicos do medo real, só que é desencadeado por objetos ou situações inofensivas do ponto de vista de realidade exterior..
Os tipos de fobias são : agorafobia, fobia social e FOBIAS ESPECÍFICAS.
As fobias específicas são medos intensos relativos a situações específicas como animais, insetos, fenômenos da natureza, dentista, sangue, doenças e outros. A pessoa que tem fobia de dentista pode ter uma reação semelhante a um ataque de pânico , de intensidade totalmente desproporcional ao perigo, se colocada diante da possibilidade de um tratamento odontológico.
Não se sabe ao certo as origens ou “causas” das fobias. Haveria uma “predisposição filogenética”, na medida em que alguns comportamentos de evitação e fuga foram importantes na sobrevivência da espécie (animais, lugares altos ou fechados, predadores, escuridão, água etc). Outros trabalhos apontam para o fator associação. Os comportamentos que foram úteis em outras épocas a nível de sobrevivência seriam, em pessoas predispostas, ativadas por experiências associativas atuais. Existem trabalhos mostrando ,ainda, a aquisição destas fobias pela observação de alguém na situação temida, sentindo medo. Aqui situa-se a odontofobia.
As fobias habitualmente aparecem na infância ou no inicio da vida adulta, estendendo-se pela vida da pessoa, se não for feita nenhuma intervenção terapêutica, já que quem tem este tipo de problema evita a situação temida para fugir do desconforto da ansiedade.
ANSIEDADE DENTÁRIA
A maioria das pessoas tem algum receio de freqüentar o consultório dentário. Estima-se que 8% da população apresenta um quadro de ansiedade
exacerbada em relação ao dentista, indo ao consultório com dificuldade,
devido a um quadro agudo e doloroso. Apresentam ansiedade de
antecipação, antecipando que algo muito ruim possa acontecer. O medo
acentuado da dor aumenta a sensação subjetiva da mesma. Podem estar
presentes sinais fisiológicos de ansiedade, como aumento da freqüência
cardíaca, respiração ofegante, sudorese, tremores, tensão muscular,
entre outros.
Pode ser provocada por acontecimentos anteriores consigo ou com pessoas próximas, desinformação, medo do desconhecido, sensação de imprevisibilidade e outros. Porém, o melhor preditor para um quadro de ansiedade é a presença de outro quadro de ansiedade. Muitas dessas pessoas apresentam ansiedade em outras situações. Podem ter comportamentos obsessivo-compulsivos, serem portadores de transtorno de pânico, de outras fobias, de ansiedade crônica (um tipo de ansiedade caracterizada por preocupações excessivas e recorrentes), de ansiedade ou fobia social (um tipo de timidez altamente incapacitante).
A
ansiedade dentária pode não impedir o tratamento, mas dificulta e muito
o trabalho do profissional que deverá munir-se de paciência para a
execução do mesmo.
FOBIA DE DENTISTA
O que
define uma fobia e a diferencia da ansiedade “comum”? A presença da
evitação, da esquiva paras escapar do mal estar do estímulo fóbico e a
exacerbada ansiedade de antecipação. Só de pensar em ir ao dentista
estas pessoas apresenta intenso sofrimento.
Na
fobia dentária pode ocorrer um autêntico ataque de pânico do cliente ao
adentrar a sala do profissional. Diante do estímulo foiço a pessoa
apresenta taquicardia, sufocação, ondas de frio ou de calor, sudorese,
tensão muscular, pernas bambas. É acometido por violenta onda de terror
e tem a sensação de que vai morrer, ter um ataque cardíaco, ficar louco
ou perder o controle da situação. É uma das mais aterrorizantes
sensações narradas pelo ser humano. Há casos de desmaio na cadeira do
profissional.
O medo
apresentado é desproporcional à situação e reconhecido como tal, mas
inevitável. A pessoa “sabe” mas não consegue “deixar de sentir”. A mera
sugestão de uma consulta, a pessoa apresenta pensamentos catastróficos.
Sua auto-estima está bastante comprometida. Para evitar o sofrimento
psíquico a pessoa não vai ao dentista, com evidente prejuízo para sua
saúde bucal que muitas vezes apresenta sérios prejuízos.
Entre
os estímulos fóbicos mencionados pelos pacientes podemos citar a
anestesia, vibração do motor, medo de injeção, anestesia, sangue, odor
característico de materiais, roupa branca do dentista, entre outras.
Ocorre em 4% da população, aproximadamente.
Algumas
formas de odontofobia podem suceder a um ataque de pânico. A pessoa
sente medo de “ter aquilo de novo” e não ter como ser socorrida. Aqui
teríamos um caso de agorafobia e não uma fobia de dentista. Mas isso
fica para a próxima.
Fonte texto: www.tommaso.psc.br
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
O Sorriso do Ano - Brasil
Para quem ficou curioso para saber quem "levou o caneco" aqui na Terrinha: intérprete da doce Amália em “Fina Estampa“, Sophie Charlotte foi eleita o “Sorriso do Ano“, no 17º “Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética“, no Hotel Windsor, na Barra. O título já pertenceu a Luigi Baricelli, Giovanna Antonelli e Helena Ranaldi.
domingo, 25 de dezembro de 2011
A cadeira odontológica do futuro
Dizem que este será o formato das futuras cadeiras odontológicas, para trazer mais conforto visual ao paciente, escondendo a parte mecânica, "simplificando" o equipamento. Ergonomia para o dentista zero né? Ai minha hérnia! Parece um equipo do dentista dos "Jetsons" (Viva a geração anos 80!!!). Quem achou bem esquisito e não quer trabalhar com o paciente sentado em uma Lua #LevantaMão
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Como (NÃO) extrair seu dente em casa
Ps. Crianças não tentem fazer isso em casa!!! Nem sempre isso acaba tão bem! Visite o seu dentista!
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Na minha cadeira: Minha Xará!
Estou para postar a foto dela faz um bom tempo. Existe coisa mais legal que o paciente colocar seu nome no(a) filho(a)? Então... apresento a vocês a Anabeli, minha xará de 3 aninhos. E ainda é parecidinha comigo não acham? Podia passar por minha filha!!! hahaha.
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| Toda perua, igual a dentista dela |
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| Anabelle e Anabeli - Última vez que ela foi no consultório passar o "queminho" (flúor) |
| Aqui ela com 1 aninho. Toda vez que vai no consultório ela pede pra ver essa foto. |
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Wish list do dentista #4: O Esterelizador de escovas (sim, ele existe!)
Lembra quando falei do esterelizador de escovas meio geek aqui? Como encontrei num link extinto, achei que nunca iria achar coisa semelhante, eis que, procurando por um massageador de pescoço que aquece (também existe, mas já está indisponível unf... ) encontrei o dito cujo. Olha que máximo isso, e barato (R$ 69,90 no site com frete grátis) se a finalidade for cumprida. Ele utiliza raios UV para fazer o trabalho. Será o fim das bactérias e fungos nas escovas? Tô querendo! Manda pra cá!?!
o site: www.confortoonline.com.br
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Nasce uma estrela
Anota aí, essa menina ainda vai dar o que falar. Isso que não tem nem os caninos ainda! Com vocês Connie Talbot, do alto de sua dentadura mista.
Os animais te ensinam a fazer o auto-exame bucal
Ei você! Atenção para os passos do auto-exame bucal. Ele serve para identificar precocemente vários tipos de doenças, inclusive pode te salvar de um câncer bucal. Vamos lá:
1. Vá para frente de um espelho
2. Bote a língua para fora e observe se há algum sinal de anormalidade (como manchas, "bolinhas", úlceras)
3. Agora coloque a língua para cima e para baixo
4. Bote a língua para um lado e para o outro, aproveite para ver alguma alteração no palato (céu da boca)
5. Observe alterações na parte interna das bochechas
6. Tudo certo? Bora escovar os dentes e visitar seu dentista!
domingo, 18 de dezembro de 2011
O sorriso mais intrigante do mundo
A pintura foi trazida da Itália para França pelo próprio Leonardo, em 1506, quando este foi convidado pelo rei Francisco I de França para trabalhar na sua corte. Francisco teria então comprado a pintura, que passou a estar exibida em Fontainebleau e, posteriormente, no Palácio de Versailles.
Só após a Revolução Francesa, o quadro foi exposto no Museu do Louvre, onde se conserva até hoje. O imperador Napoleão Bonaparte
ficou apaixonado pelo quadro desde a primeira vez que o viu, e mandou
colocá-lo nos seus aposentos. Porém, durante as guerras com a Prússia, a Mona Lisa, bem como outras peças da coleção do museu francês, foi escondida num lugar seguro.
A 22 de Agosto de 1911, cerca de 400 anos após ser pintada por Leonardo da Vinci, a Mona Lisa foi roubada. Muitas pessoas, incluindo o poeta francês Guillaume Apollinaire e o pintor espanhol Pablo Picasso, foram presas e/ou interrogadas sob suspeita do roubo da obra-prima da pintura italiana. Quanto a Guillaume Apollinaire
e a Pablo Picasso, foram soltos meses mais tarde. Acreditou-se, que a
pintura estava perdida para sempre, que nunca mais iria aparecer.
Todavia a obra apareceu na Itália, nas mãos de um antigo empregado do museu onde a obra estava exposta, Vincenzo Peruggia, que era de fato, o verdadeiro ladrão.
Algum tempo após o sumiço de Mona Lisa, um psicopata jogou ácido
sobre ela, danificando parte inferior da obra. Foram anos e anos de
reforma.
Em 2 de agosto de 2009, uma mulher russa
jogou uma xícara vazia de café contra o quadro. A pintura não foi
danificada, pois a xícara quebrou na proteção de vidro à prova de balas
que existe antes do painel. Segundo as autoridades, a mulher só fez isso
porque estava indignada após não conseguir a cidadania francesa. A
russa foi presa imediatamente.
Muitos historiadores da arte acreditam que o modelo usado para a pintura pode ter sido a esposa de Francesco del Giocondo, um rico comerciante de seda de Florença e uma figura proeminente no governo fiorentino. Acredita-se também que estes eram vizinhos de Leonardo Da Vinci. Esta opinião fundamenta-se numa indicação feita por Da Vinci durante os últimos anos de sua vida, a propósito de um retrato de uma determinada senhora florentina feita da vida ao pedido do magnífico Giuliano de Medici. O primeiro biógrafo de Da Vinci, Vasari, também pintor, descreve o retrato como sendo o de Mona Lisa, esposa do cavalheiro florentino Francesco del Giocondo.
Em 2008, essa hipótese é a mais aceita, sendo, inclusive, respaldada por cientistas da Universidade de Heidelberg,
na Alemanha, que afirmam terem encontrado um documento com clara
referência a um retrato de Lisa del Giocondo que estaria sendo realizado
por Leonardo.
A identidade da modelo sendo Lisa del Giocondo, mulher de um comerciante florentino, Francesco del Giocondo, com base em notas escritas de Agostino Vespucci de 1503,
encontradas na biblioteca da Universidade de Heidelberg. Descobriu-se
também que Lisa tinha sido mãe recentemente, e o retrato foi feito um
pouco em comemoração da recente maternidade.
Porém pouca coisa se sabe da sua vida e muito menos da história de sua mulher, Lisa Gherardini,
nascida em 1479. Sabe-se que casaram em 1495, mas do fato não há
nenhuma prova que poderia ter sido a senhora de um Medici, a mulher que
Da Vinci referenciou. O título alternativo ao trabalho, La Gioconda, aparece apenas pela primeira vez num texto escrito mais tarde, em 1625, que se refere ao trabalho como um retrato de uma determinada Gioconda. Esta referência não contradiz nem suporta a hipótese de o modelo ser a mulher de Giocondo, uma vez que em italiano gioconda pode significar uma mulher alegre. A equipe do Conselho Nacional de Pesquisa do Canadá fez um estudo do quadro, por meio de scanners e lasers, e puderam projetar uma imagem em 3D
com as várias camadas de pintura utilizada. A técnica revelou que a
mulher do quadro usava um véu típico de mulheres grávidas do século XVI,
o que poderia indiciar tanto que ela estava grávida, ou então havia
dado à luz há pouco tempo.
Lillian Schwartz, cientista dos Laboratórios Bell, sugere que a Mona Lisa
é na verdade um auto-retrato de Leonardo, porém, vestido de mulher.
Esta teoria baseia-se no estudo da análise digital das características
faciais do rosto de Leonardo e os traços do modelo. Comparando um
possível auto retrato de Leonardo com a mulher do quadro, verifica-se
que as características dos rostos alinham perfeitamente. Os críticos
desta teoria sugerem que as similaridades são devidas ao facto de ambos
os retratos terem sido pintados pela mesma pessoa usando o mesmo estilo.
O historiador Maike Vogt-Lüerssen, de Adelaide sugeriu, após ter pesquisado o assunto por 17 anos, que a mulher por trás do sorriso famoso é Isabel de Aragão, Duquesa de Milão, para quem Leonardo da Vinci trabalhou como pintor da corte durante 11 anos.
O padrão do vestido verde escuro de Mona Lisa indica, segundo este
estudioso, que o modelo é um membro da casa de Visconti-Sforza. O
retrato de Mona Lisa terá sido o primeiro retrato oficial da nova
Duquesa de Milão
e pintado no inverno ou verão de 1489. O autor compara cerca de 50
retratos de Isabel de Aragão, representada como a Virgem ou Santa Catarina de Alexandria (nos quais só a própria duquesa poderia servir de modelo), e conclui que a semelhança à Mona Lisa é evidente.
A Mona Lisa determinou um padrão para retratos futuros. O
retrato apresenta o seu modelo visto apenas acima do busto, com uma
paisagem distante visível em plano de fundo. Leonardo usou uma
composição em pirâmide, onde a modelo surge no centro com uma expressão
calma e serena. A mãos dobradas encontram-se no centro da base
piramidal, refletindo a mesma luz que lhe ilumina o regaço, pescoço e
face. Esta luminosidade estudada dá às superfícies vivas uma geometria
subjacente de esferas e círculos, que acentua o arco de seu sorriso
famoso. Sigmund Freud
interpretou 'o sorriso' como uma atração erótica subjacente de Leonardo
para com a sua mãe; outros descreveram o sorriso como inocente,
convidativo, triste ou mesmo lascivo. Os sorrisos de interpretação dúbia
eram uma característica comum dos retratos durante o tempo de Leonardo.
Muitos investigadores tentaram explicar por que o sorriso é de forma
tão diferente para diferentes culturas. As explicações são diversas e
variam desde teorias científicas sobre a visão humana a suposições sobre
a identidade de Mona Lisa e seus sentimentos. A professora Margaret
Livingstone da Universidade de Harvard
arguiu que a perceção do sorriso é adquirida através de frequências
visuais baixas, o que torna visível através da visão periférica.
Christopher Tyler e Leonid Kontsevich do Instituto Smith-Kettlewell
para a Investigação do Olho (São Francisco) acreditam que a natureza em
mudança do sorriso é causada por níveis variáveis do ruído aleatório no
sistema visual humano.
O historiador Maike Vogt-Luerssen discute que Isabel de Aragão
(considerada como modelo) era infeliz porque o seu marido era
alegadamente impotente, alcoólatra e propenso à agressão física. Isabel
descreveu-se como A mais infeliz esposa do mundo.
Um algoritmo de computador desenvolvido na Holanda pela Universidade de Amsterdã, em colaboração com a Universidade de Illinois nos Estados Unidos, descreveu o sorriso de Mona Lisa como uma mulher 83% feliz, 9% enjoada, 6% atemorizada e 2% incomodada
Embora utilizando uma fórmula aparentemente simples, a síntese
expressiva que Leonardo conseguiu entre modelo e paisagem tornou este
trabalho uma das mais populares e analisadas pinturas de todos os
tempos. As curvas sensuais do cabelo e da roupa da mulher, criadas
completamente através de sfumato,
encontram eco nos rios ondulantes da paisagem subjacente. A harmonia
total conseguida no quadro, visível especialmente no sorriso, reflecte a
unidade entre Natureza e Humanidade que era parte importante da
filosofia pessoal de Leonardo.
Em segundo plano, a paisagem estende-se às montanhas geladas e inclui
caminhos ondulantes e uma ponte que dão indicação de presença humana.
Os contornos desfocados, a figura graciosa, os contrastes dramáticos
entre claro e escuro que se traduzem em serenidade são característicos
do estilo de Leonardo. A pintura foi um dos primeiros retratos
a descrever o modelo no seio de uma paisagem imaginária. Uma
característica interessante da paisagem é a sua desigualdade. À esquerda
da figura, a paisagem é visivelmente mais baixa do que à direita. Isto
levou alguns críticos a sugerir que este elemento foi adicionado mais
tarde.
A pintura foi restaurada numerosas vezes. Exames de raios X
mostraram que há três versões escondidas sob a actual. O revestimento
em madeira mostra sinais de deterioração numa taxa mais elevada do que
se pensou previamente, causando preocupação dos curadores do museu sobre
o futuro da pintura.
A última análise à enigmática Mona Lisa confirma que a personagem desenhada por Leonardo da Vinci está feliz. O quadro foi interpretado por um computador da Universidade de Amsterdã , recorrendo a software apropriado para reconhecimento de emoções. De acordo com esta análise, Mona Lisa estava 83 por cento feliz, 9 por cento angustiada, 6 por cento assustada e 2 por cento chateada. As conclusões da investigação vão agora ser publicadas na próxima edição da revista New Scientist. O computador cruzou variantes como a curvatura dos lábios e as rugas em torno dos olhos, para chegar a este "veredicto". O projeto foi conduzido conjuntamente com alguns pesquisadores da Universidade norte-americana de Illinois, que ajudaram na construção de uma base de dados de rostos de mulheres jovens com expressão "neutra", que serviu de apoio ao software. O programa recorre, na fase de análise, a este standard da base de dados para fazer comparações.
O quadro de Mona Lisa, pintado entre 1503 e 1506, tem intrigado a
comunidade científica e artística ao longo dos tempos. Em 2003, uma
teoria apresentada na Universidade de Harvard, defendia que o enigmático
sorriso associado a este quadro era apenas aparente e visível a partir
de determinados ângulos da pintura. No entanto, a especulação em relação
à história desta famosa pintura continua e por certo não vai terminar
nesta análise.
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